Sobre Meditação com Mandalas...

Recentemente, a cada dia mais, as assim denominadas Terapias Complementares encontram-se no auge. Dentre estas o tratamento à base de Mandalas. Mas será que as Mandalas têm realmente o poder que se diz possuirem? Há quem afirme taxativamente que as Mandalas podem auxiliar, por exemplo, no Controle do Stress. Será verdade? Eis o objetivo de nosso trabalho: pesquisar sobre a influência das Mandalas na vida das pessoas.
Prática mais do que milenar, a Meditação com Mandalas, ressurge em nossos dias como uma alternativa viável, até mesmo para o Controle do Stress. Mas: o que haverá de científico nisto.
Ou seja: será a Meditação com Mandalas mais uma crendice?
O que há de fato nas relações do ser humano com as Mandalas que torne-se já possível atribuir-lhes poderes quase que mágicos? Afinal: serão as mandalas circulos mágicos? Ou tratam-se de meras formas ornamentais? Luxo de pessoas que desconhecem a verdade? Ou poderosas auxiliares no Controle do Stress? Há algo nisso que se relacione com a magia?
É sobre esses assuntos que pretendemos discorrer aqui.
Seja bem vindo(a).
RomeroMarcius
Desejo-lhe muita Luz, Força e Amor.
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Quem sou eu?

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Sou psicólogo, CRP 21500 4ª Região, pós-graduado em Nutrição Humana e Saúde. Trabalho com Psicologia Social. Defendo as alternativas, hoje denominadas: Terapias Complementares. Sou tocador de violão autodidata, batuqueiro, reggaeiro e artesão (inclusive das letras e dos sons). Pratico Origami. Poemizo (confesso que às vezes polemizo, rs). Faço pesquisas com Mandalas e com eletronikmusik. Estudo Canto Erudito. Odeio injustiça: louvo calunga. Saúdo Zumbi dos Palmares. Não sou místico e/ou religioso, sequer sou ateu: sou agnóstico. Invisto na Utopia. Considero necessário saber conviver com o "primitivo" e o “pós-moderno”. Desde os pajé/xamãs até Skinner, G. H. Mead, Vygotsky. E porque não, Jung? Transitar do cachimbo de barro à Tecnologia da Informação e vice versa. Acredito na ciência. Para mim o ser humano é biológico, social, histórico e cósmico. É partícula do Universo e produtor mas também produto da História e da Cultura. Acredito na Psicologia e em Compromisso Social. Assim tornaremos acessível um mundo melhor. Onde sejam reconhecidos e respeitados os direitos. E as pessoas girem em torno da proposta da contrução do bem comum. Para mim, a única esperança de redenção...

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Mandala 1

Mandala 1
A cor violeta simboliza proteção.

Mandala 2

Mandala 2
O vermelho é uma cor excitante.

Mandala 3

Mandala 3
O marrom e o dourado simbolizam sabedoria.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Curiosidades sobre Mandalas (click aqui)

As maravilhosas mandalas

Mandala significa círculo em sânscrito. A palavra tibetana para mandala é kyilkhor (dkyil khor), centro-círculo. Cada mandala é associada a uma certa divindade; porém, essas divindades não são "deuses" ou "deusas", mas buddhas (tibetano: sangs rgyas/ sangye), seres iluminados que demonstram sua compaixão, sabedoria e habilidade para liberar todos os seres do sofrimento e levá-los ao despertar.

São pintadas como thangkas, representadas tridimensionalmente em madeira ou metal, simbolizadas por montes de arroz ou construídas com areia colorida sobre uma plataforma. Neste último caso, a mandala é desfeita após algumas cerimônias e a areia é jogada em um rio próximo, para que as bênçãos se espalhem. A dissolução de uma mandala serve, também, como exemplo da impermanência.

As técnicas de construção de mandalas fazem parte do aprendizado dos monges tibetanos, incluindo a memorização dos textos que especificam os nomes, proporções e posições das linhas principais que definam a sua estrutura básica. Esses textos não descrevem cada linha ou detalhe, mas servem como guias para complementar a ajuda dos monges mais experientes.
A base central segue proporções de 8 x 8, semelhante à arquitetura dos templos indianos tradicionais e dos altares védicos. O ponto cardeal norte é representado à direita, o sul à esquerda, o leste abaixo e o oeste acima. O centro da mandala representa a essência, a natureza búddhica, a própria iluminação. Geralmente, essas mandalas são construídas no início de uma cerimônia de iniciação (sânscrito: abhisheka; tibetano: dbang bskur/wangkur), na qual um mestre (sânscrito: guru, tibetano: bla ma/ lama) qualificado autoriza seus alunos a praticar um tantra. Os tantras (tibetano: rgyud/ gyü) são escrituras esotéricas que descrevem diversos tipos de yogas (tibetano: rnal 'byor/ nenjor) — meditações, visualizações, recitação de mantras — para alcançar a iluminação.


Artigo extraído do site Dharmanet

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